by~ye

Janeiro 28, 2008

cansei de escrever aqui…

vo deixar pra caso o conteúdo interesse algum internauta.
daqui a algum tempo tiro do ar, por sinal.

sejam felizes, visitantes~~

Cool down

Janeiro 28, 2008

   Testemunho de um brasileiro no exterior

   “Já vai para 18 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade generalizada.Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo. Os suecos discutem, discutem, fazem “n” reuniões, ponderações. E trabalham num esquema bem mais “slow down”. O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.
   E vejo assim:
1. O país é do tamanho de São Paulo;
2. O país tem 2 milhões de habitantes;
3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem 2 milhões)
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare… Nada mal, não?
5. Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.
 

   Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam nossos salários.
Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para vocês uma breve só para dar noção.
A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro… Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:
“Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final.” Ele me respondeu simples assim: “É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar – quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?”
   Olha a minha cara! Ainda bem que tive esta na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos.Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association – cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália ( o site, é muito interessante. Veja-o! ). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar,saboreando os alimentos,”curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusificou.
A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia.A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qualidade de vida ou à “qualidade do ser”.Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas( 35 horas por semana ) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses.E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.
. . . Essa chamada “slow atitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “Do it now” (faça já).Portanto, essa “atitude sem-pressa” não significa fazer menos, nem ter menor produtividade.Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais “qualidade” e “produtividade” com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”.Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo. . . . . . . Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.Gostaria de que você pensasse um pouco sobre isso…
   Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe” ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem-pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?
   No filme “Perfume de Mulher”, há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:
  
-
“Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos.”
  
-
“Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango.
   E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.
   Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim.Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.
Tempo todo mundo tem, por igual!Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse:
   John Lennon: “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”…
   Parabéns por ter lido até o final!Muitos não lerão esta mensagem até o final, porque não podem “perder” o seu tempo neste mundo globalizado.Pense e reflita até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família. De ficar com a pessoa amada, ir pescar no fim de semana ou outras coisas… Poderá ser tarde demais!
   Saber aprender para sobreviver…”

   Autor: Desconhecido

Ta legal, tirando a parte do John Lennon (“vida” é uma definição bem íntima, certo…)…
Enfim, como ia dizendo, muito bonito, só uma pena que por aqui não adiante muito pensar assim – mesmo que trabalhando menos e produzindo mais, o salário vai descontar essa hora de qualquer jeito = ) e brasileiro não ta podendo tanto…

Quem sabe um dia.

parabéns pra mim

Janeiro 24, 2008

20

eee…

Falha do Excel

Janeiro 21, 2008

“A Microsoft divulgou informações a respeito de uma vulnerabilidade de segurança encontrada em seu programa de planilhas Excel que pode ser usada por hackers para rodar códigos e controlar as máquinas comprometidas.

Segundo o site heise Security, o bug afeta os programas Microsoft Office Excel 2003 SP2, Excel Viewer 2003, Excel 2002, Excel 2000 do Windows, bem como o Excel 2004 para Mac.

Para o ataque funcionar, o usuário precisa abrir um arquivo malicioso ou abrir algum site em que o malware esteja furtivamente presente. Computadores configurados para dar aos usuários mais direitos administrativos correm mais riscos com a falha, conforme noticiou o site Webware.

Nenhum detalhe específico sobre a vulnerabilidade foi notificado pela Microsoft, que afirmou que versões posteriores do programa (Excel 2007, Excel 2008 para Mac e Excel 2003 SP3) não são afetadas. Em uma notificação (tinyurl.com/yotn2k), a companhia sugere soluções paliativas enquanto investiga o problema.

 Em seu blog, a Microsoft explica que os ataques são dirigidos e não espalhados pela web.”

 http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2247667-EI4805,00.html

Sim, claro, então vamos todos comprar a mais nova versão do Outlook Express (é, aquela que ninguém quer).

batman_escalandojpg.jpeg

‘.’

Marvin

Janeiro 21, 2008

Papel de parede do Guia do Mochileiro das Galáxias.

http://wps.socwall.com/Sci-Fi/General/200718051916-2314.jpg

Por: Juno Reactor
Samurai

Anata wa taiyo
Anata wa hikari

Anata wa yoru o shihai suru ai
Anata wa watashi no sasae
Anata wa taiyo

Anata wa hikari
Anata wa yoru o shihai suru ai
Anata wa watashi no sasae
Anata wa taiyo

Anata wa taiyo
Anata wa hikari
Anata wa yoru o shihai suru ai
Anata wa watashi ni chikara o ataeru
Anata wa watashi no mamottekureru
Anata wa itsukushimi
Anata wa taiyo
___
Translation

You are (the) sun.
You are (the) light.

You are the love who controls the night.
You are my support.
You are (the) sun.

You are (the) light.
You are the love who controls the night.
You are my support.
You are (the) sun.

You are (the) sun.
You are (the) light.
You are the love who controls the night.
You give me power.
You protect me.
You are my love
You are (the) sun..

É pra direita.

Janeiro 18, 2008

“O universo é auto-consciente através de nós”. Amit Goswami
Vozes do Oriente nos têm trazido a filosofia oriental através dos milênios. Esta filosofia ensina a “unidade” de todos os seres vivos entre si e com o próprio universo. A filosofia do ocidente, por sua vez, ensina que devemos nos expressar de forma clara e a escolher palavras que não deixem margem a dubiedade alguma a respeito do significado das idéias que desejamos transmitir.
Porque então será que todas as linguagens faladas neste planeta escolheram a palavra UNIVERSO como a forma de expressão perfeita para toda esta vastidão diversificada na qual estamos inseridos e conseqüentemente dela também somos parte? Será que ao ser cunhada esta palavra, ela permaneceu “ad infinitum” por indicar a direção de algo ou de um tipo de ensinamento que jamais poderia ser olvidado pelos seres humanos?
UNIVERSO – O UM NO DIVERSO. Alguém desejaria uma revelação mais real do que esta , da verdade contida no que esta palavra traduz clara, objetiva e insofismavelmente?
“Aquele que na mutação incessante do universo vêem apenas uma coisa, e só a eles, só a eles, pertence a verdade eterna?” – Sri Chandra Bose, biólogo, químico, inventor e gênio.

Amit Goswami baseou a sua hipótese na suposição de que “lá fora”, existe uma realidade real, objetiva”. Comenta o físico Fred Alan Wolf, PhD.
Amit Goswami, hindu, confessa que de princípio, como cientista, olvidou-se dos ensinamentos que recebera na sua terra e dos arrazoados filosóficos do seu pai, um guru brâmane. Goswami passara a acreditar que “a realidade objetiva definida pela física convencional era a única realidade e o que era subjetiva se devia a uma dança complexa de átomos, à espera de ser decifrada por nós”.
Mas Goswami ouvia “os místicos da Califórnia que falavam sobre a consciência como sendo o original, o completo em si e constituído de todas as coisas”.
Relutava em acreditá-los, mas no seu íntimo sentia que todos os ensinamentos que recebera na infância gritavam por sua atenção. “No início, essas idéias provocaram em mim uma grande dissonância cognitiva, embora, no fim, eu compreendesse que podemos ainda praticar ciência mesmo que aceitemos a primazia da consciência e não da matéria. Esta maneira de praticar ciência eliminava não só os paradoxos quânticos dos enigmas de minha adolescência, mas também os novos da psicologia, do cérebro e da inteligência artificial”.

Muito já se escreveu e já se falou a respeito do “significado do universo”. Não se chegou a conclusão alguma, entretanto, usando-se de simplicidade poderíamos obter uma chance de pagarmos o fio da meada. O universo não existe sem algo que lhe perceba a existência.
Começando a puxar este fio, dele vão se soltando outras perguntas exigindo respostas: “Antes dos seres humanos, havia um universo?” Supostamente havia. O prosseguimento destas perguntas irá aguçando a nossa mente, no final apenas uma pergunta ficará piscando sozinha e nos pedindo atenção: e quem estava ali percebendo, desde o início, todos estes acontecimentos?
E é neste ponto que Amit Goswami entra com “idealismo monista “e a sua hipótese, declarando: “A consciência cria o mundo físico e o universo é auto-consciente através de nós”. Goswami deixa implícito que o que ele chama de consciência é aquele UM integral quem, por Sua vontade e com um fito se diversifica e que vive fora do espaço-tempo, é “NÃO LOCAL” (princípio da localidade e da não localidade) e está em tudo na sua diversificação porque esta consciência, um dia, ser conhecida pela ciência como sendo a origem de toda a matéria e da vida.
No seu livro, Goswami pretende também, confraternizar a ciência com o espiritual: uma completa o outro. A ciência, materialista, com o seu método científico materialista estaca na barreira que divide o conhecimento em duas realidades, material e o transcendental, refutado, por ser ainda inatingível com os métodos dos quais a ciência dispõe até agora.Mas surgiu a física quântica e um intérprete: Amit Goswami.

“A antítese do realismo materialista é o” idealismo monista”. Segundo esta filosofia, a consciência, e não a matéria, é fundamental. Tanto o universo da matéria quanto o dos fenômenos mentais como , por exemplo, o pensamento, são criados pela consciência. Além das esferas material e mental (que juntas formam a realidade imanente, (o mundo da manifestação), o idealismo postula um reino transcendental, arquetípico, de idéias, como origem dos fenômenos materiais e mentais. Importa reconhecer que o idealismo monista e´, como o nome implica, uma filosofia unitária. Quaisquer subdivisões, como o imanente e o transcendente, situam-se na consciência. A consciência, portanto, é a realidade única e final. (Amit Goswami – O Universo Auto-consciente – pág. 72).
A hipótese de Amit Goswami não pretende confundir ou corrigir àqueles que de dedicam ao estudo ou à pesquisa das neurociências, hoje tão em voga. A hipótese de Goswami vai além da proposta das neurociências, cavalgando as brisas provocadas pela física quântica, os seus princípios, paradoxos e as suas estranhezas. Dizia Niels Bohr: “Quem disser que entende a física quântica mostra que não entende nada!”
Goswami não pretende entende-la no sentido que Bohr quis dar e sim usar dela, como já a usamos para inventarmos milhões de coisas que facilitaram em muito as nossas vidas, aumentaram o nosso conhecimento e para provar a sua hipótese.
Quando ele diz: “O cérebro não produz a consciência, a consciência produz o cérebro”, sabe que as neurociências estão falando objetivamente do mundo físico e de que ele está falando a respeito da realidade que jaz para além do mundo físico, desconhecida e renegada, mas real. E que ela é a grande criadora e construtora da nossa realidade física – a consciência – que, para ele tem uma conotação diferente e transcendente.

O Sentido do Universo

Somos o centro do universo porque somos o seu significado”. Goswami justifica este seu pensamento afirmando que “podemos supor que o universo que através de um “colapso” se transformou na realidade física espaço-tempo, é um universo com a possibilidade de evolução do maior número possível de seres inteligentes, auto-conscientes, em bilhões e bilhões de planetas por todo este universo em expansão”. (ob.sit. pág. 1760).”
(http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=7)

“Começando a puxar este fio, dele vão se soltando outras perguntas exigindo respostas: “Antes dos seres humanos, havia um universo?” Supostamente havia.”
Seguindo a lógica, e se só havia universo antes de nós porque nós pensamos que já houvesse? E se tudo que existe é fruto de uma consciência, então somos fruto de quem, se não havia ninguém antes? E se havia alguém antes, onde está? E se essa pessoa/ ser já não existe, porque ainda estamos aqui? Somos vivos, mas se não há ninguém para nos assistir, será que existimos de verdade? Se ninguém assistisse o universo, ele existiria também?

Ele precisa de nós de verdade para existir? E se fossemos uma vaga memória esquecida de alguém que já não pensa em nós ou já não existe mais? E se a tal existência que criou as outras é realmente ou foi realmente uma existência, quem criou essa existência?

Fato: se não tivéssemos consciência, nossas partes seriam reconhecidas por nós mecanicamente. Se não percebêssemos o mundo, não haveria mundo para nós. Por isso a consciência reina, porque sem ela de nada adianta o físico – não adianta ter o que ver sem olhos para poder enxergar.

Questionamento crítico -> e porque, para nós, é tão difícil aceitar que tudo pode simplesmente “ser”? ou sempre ter sido? O universo não poderia sempre ter existido, até surgir de alguma maneira inusitada alguém que realizou os outros?

Na alquimia se diz que, em uma troca, devemos dar algo de valor igual para transmutar uma coisa em outra. A questão é: quem estipula esse valor? Porque o valor é x e não y ou z? Porque ouro vale mais que prata? Porque um corpo vale mais do que apenas uma cabeça? Porque para ter uma jóia devemos aplicar ouro e diamantes, e não podemos utilizar terra e mármore?

Ou ainda, porque para a ciência é tão difícil aceitar que, no lugar da resopsta científicamente comprovável é tão difícil aceitar a palavra Deus? E se a ciência realmente nunca sair da casca, da superfície dos fatos, se ela não for de maior utilidade para além do que termos com que nos ocupar e mover o capitalismo? Ela não é últi para encontra Deus. Seria a ciência apenas útil para que o homem se reafirme?

“O prosseguimento destas perguntas irá aguçando a nossa mente, no final apenas uma pergunta ficará piscando sozinha e nos pedindo atenção: e quem estava ali percebendo, desde o início, todos estes acontecimentos?”

E se a auto-consciência não significar apenas a consciência primodrial?

Qual o sentido do universo?

Bem, dessa pregunta eu tenho franca certeza da resposta.
É pra direita.
 

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Janeiro 17, 2008

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Janeiro 17, 2008

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